Possibilidades da TV Digital 

A penúltima reunião, antes do encerramento do primeiro semestre letivo, começou com a discussão e o refinamento dos projetos do grupo que tem previsão para o mês de outubro de 2012.

O encontro contou ainda com a apresentação, e posterior discussão, da qualificação de Mateus Vilela, membro do GEISC. O trabalho intitulado Tecnologias Digitais e mudanças: novas perspectivas da TV digital no Brasil, encontrou no grupo um importante espaço de discussões, incentivos e sugestões, com vistas ao aprimoramento do mesmo.

A pesquisa que aborda as questões tecnológicas, levando em conta fatores culturais, econômicos e políticos aproveitou as muitas questões sobre a cultura, a comunicação e metodologia levantadas durante a reunião, para o entendimento das novas configurações que uma televisão digital interativa pode tomar.

 

Texto de Mateus Vilela

Relato de reunião, relato de viagem 

Começamos nosso encontro com a apresentação da pesquisa da Tauana, intitulada: “Os órfãos de Getúlio: uma perspectiva de pesquisa sobre os imaginários do mito Vargas em mídias sociais”. O título bastante criativo já nos dá indícios sobre as opções teóricas e metodológicas da colega. Assim, no decorrer da apresentação pudemos revisar e discutir alguns conceitos de Imaginário, como os de Durand, Maffesoli, Baudrillard e Morin. Um dos temas que entrou em debate foi a noção de “bacia semântica”, proposta por Durand.

Sempre procuramos, quando das apresentações de projetos, questionar o colega, para ajudar na preparação para possíveis perguntas da banca e dessa vez não foi diferente. A Tauana nos elucidou questões relativas à procedimentos de coleta de material para análise, entre outras que nos surgiram.

E o encontro continuou produtivo em sua segunda etapa, com o relato de viagem do Vilso. Pudemos conhecer as principais cidades onde se desenvolve pesquisa científica em Comunicação, em Portugal. O colega nos contou sobre diversas experiências em Congressos, práticas culturais dos estudantes de lá, entre outras de suas experiências.

Foi uma boa oportunidade para vermos como é produtivo o Doutorado Sanduíche e como fazemos para chegar lá. Nossas curiosidades foram todas respondidas pelo colega, desde noções históricas à dúvidas pontuais como, por exemplo, de que maneira foi feita a escolha do co-orientador lá e como é morar e viver com a bolsa na Europa. Além disso, fomos presenteados com belas imagens do país que tem a mais antiga universidade do mundo.

Texto: Larissa  Lauffer Reinhardt Azubel