Primeira apresentação internacional

No final de setembro, entre os dias 27 e 29, ocorreu a décima edição do Lusocom, evento realizado pela Federação Lusófona de Ciências da da Comunicação, no Centro de Administração e Políticas Públicas, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade Técnica de Lisboa. As inscrições ocorreram no início do período letivo do primeiro semestre e eu fui aceita para apresentação do artigo “O REAL, O FALSO E A IDENTIDADE GAÚCHA: Análise de conteúdo do jornal O Bairrista”.

O tema atual focou na problematização das ciências da comunicação no espaço lusófano, mas os Grupos de Trabalho (GTs) se dividiram em uma ampla gama, das telecomunicações às novas mídias, das teorias às identidades. Acabei por escrever um artigo específico para o evento, já que tive tempo entre as etapas de seleção. Aconselho, quando possível, que se faça o mesmo, pois pode elevar as chances de aceite.

Depois de confirmada a inscrição, enfrentei alguns dilemas, entre eles a ida à Portugal, afinal não é todo dia que se sai do continente. Comprar as passagens foi uma missão, porém dei sorte, a organização do Lusocom divulgou os trabalhos três meses antes da realização do congresso. Comecei a me organizar no exato momento, assim a viagem seria mais fácil e mais barata.

Um erro que cometi, foi chegar um dia antes do evento em Lisboa. O voo daqui até lá tem quase 12h e é extremamente cansativo. Cheguei exausta e como ficaria em Portugal apenas três dias, fui fazer turismo na saída do aeroporto. No dia seguinte começava

Eu e a minha colega Maria Teresa no evento

o congresso e fui praticamente sem dormir. As palestras foram legais, principalmente porque os portugueses têm uma visão teórica diferente da nossa, eles são mais tradicionais e conservadores. No primeiro momento, a ênfase se deu no crescimento de pesquisas lusófanas nos últimos 10 anos.

À tarde, os GTs tiveram início. O meu era sobre comunicação e representações identitárias e continha cinco apresentações. Tinha gente da Unisinos e da universidade do Minho, a mediadora, a professora Ana Isabel Rodríguez, era da Universidade de Santiago de Compostela. Quando fui apresentar, comecei falando bem devagar, pois achei que eles podiam ter dificuldade em me entender, mas logo vi que a comunicação era praticamente perfeita entre nós. Fiz 10 slides e usei meus 15 minutos inteiros, nem mais nem menos. A experiência foi ótima, não só eles gostaram do trabalho, como saí de lá com indicações de outros jornais impressos que continham sessões de falsas notícias.

Os anais oficiais não saíram ainda no site, mas já recebemos o CD com o e-book. Disponibilizo meu artigo para leitura aqui. E o programa do evento está aqui.

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