Reunião 03/05

Na reunião de hoje, o mestrando Danton Boatini Júnior apresentou o andamento de sua dissertação, para discutirmos e colaborarmos com questões referentes ao tema. Intitulada “O boato na era das redes sociais digitais: uma análise do caso Guarujá”, a pesquisa irá para qualificação no próximo dia 23.

Como as redes sociais digitais participam da manifestação de boatos? Tendo como objeto de estudo o caso Guarujá, essa é a pergunta que move a nossa pesquisa. O surgimento das redes sociais digitais, somado ao advento dos dispositivos móveis, provocou uma transformação na forma como nos comunicamos. O boato, “mídia mais antigo do mundo”, nas palavras de Kapferer, encontra-se adaptado a esta realidade, sendo veiculado em grande parte por meio destas plataformas de comunicação. Com base na sociologia compreensiva, procuramos entender como se deu essa manifestação no caso do boato sobre uma falsa sequestradora de crianças que agiria no bairro de Morrinhos, no Guarujá (SP). Motivados por este boato, publicado em uma página do Facebook, moradores do bairro lincharam a dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, no dia 3 de maio de 2014 – embora nenhuma criança tivesse sido sequestrada naquela localidade. Fabiane morreu dois dias depois devido às lesões. O caso ganhou ampla repercussão dos meios de comunicação na época e suscitou um debate sobre a qualidade da informação que circula na rede

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Estavam presentes Camila, Cândida, Danton, Juliano, Luana, Lúcia, Marcel, Mateus, Paula, Samara.

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